Meu passado me persegue
Como uma grande nuvem cinza pairando sobre os arranha-céus.
Unhas invisíveis arranham minh'alma,
Dissolvo meus espíritos e meus medos nas águas sujas
Dos rios paulistanos, com calma, com dor.
A poluição externa lava minh'alma.
Depois do meu mergulho externo, interno
Me descubro forte,Renascido como a Fênix
Alçando vôos cada vez mais altos,
Tentando exacerbadamente me entregar ao meu novo eu.
São tempos de paz, sem guerrilhas minando meus pensamentos.
Chegou a hora de parar de ruminar o passado
Engolir em seco e gerir o caminho,
Solidão é um estado de espírito
E ao contrario do pensamento pessimista que tenho,
Sozinho eu não estou e minha arte me completa.
Não importa como meu espírito esteja
Radicalismo para uma vida melhor,
Agora penso que tudo poderia ser pior,
Mas não foi então a vida continua
Parar é que não pode,
O mundo não espera...
E ele não espera mesmo!
Diogo Ramalho
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on sexta-feira, 30 de maio de 2008
at 13:28
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Poesia
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