Lá no meio do mar,
Na divisa do infinito com o começo da Terra vejo o farol que fizestes para guiar meus caminhos.
Por onde eu navegar, saberei que terei algo que me conduza de volta para casa,
Ou melhor, me conduz para teus braços,
Não quero ser dono dos mares,
Nem um velho lobo do mar.
Meu espírito atormentado necessita de seu farol,
De seu espírito puro.
Não! O mar não tem água suficiente para dissolver toda a minha amargura,
Sou um marujo que não sabe de que morreu,
Não sabe se morreu de sede ou afogado no seu pequeno mar de amor.
Eu, um marujo que se perdeu do farol que sua amada ergueu para guiá-lo,
Agora ele não guia mais nada... nada!
Diogo Ramalho
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on domingo, 1 de junho de 2008
at 12:04
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Poesia
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