O editor de O PASPALHO, Thiago Uê Cânhamo, comungado com a causa dos oprimidos de todos os países, vem a público, em sua segundíssima edição, assumir o compromisso de defender, a cada edição do seu hebdomadário, a defesa de uma das sofridas minorias que padecem sob o manto do preconceito da ignorante sociedade brasileira.
Ao longo da História os cornos têm sido ridicularizados, humilhados e ofendidos.
E o que é pior: têm sido pressionados pela sociedade machista a lavar o chifre com o sangue de suas mulheres traidoras.
O Paspalho, principalmente em virtude da presença daquele ornamento chifrístico a enfeitar a cabeça da maioria dos funcionários da sua redação, trás a lume este MANIFESTO que vem ao encontro da necessidade de uma sociedade mais justa e paritária para a construção de uma nação feliz.
Eis o Manifesto:
- O corno não é corno por que quer;
- O corno nasce bom, a sociedade machista é que o torna violento;
- Todo corno é feliz quando se conforma e passa a amar o próprio chifre, regá-lo, acariciá-lo diariamente;
- Mais vale um corno assumido que um corno enrustido;
- Igualdade de direitos entre cornos e não-cornos;
- Punição para todos os atos discriminatórios contra os cornos;
- Que os cornos possam viver em paz e harmonia com a natureza e que os ECOCORNOS não sejam discriminados na sua luta em defesa do meio ambiente e contra a extinção da espécie.

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