Sou o paradoxo universal
Unido em forças antagônicas de amor e paz
Sou a metamorfose ambulante de Raul
Sou o ser e o nada de Sartre
Sou a manhã,a tarde e a noite de Sidney Sheldon
Sou a heroína de Christiane F.
Sou o muro de Berlim
Sou ser humano não sendo tudo
Sou a distância entre a casa e o muro
Ser ou não ser? Hamlet não sabe
Nem Romeu nem Julieta
Sou o outono indo embora
Sou o frio e acalanto
Da noite despedaçando
Sou a ilusão
Sou isso
Sou nada
Sou a insignificância
Assim como o final de todas as vidas de um mundo por um fio.
Denny Santos
This entry was posted
on domingo, 1 de junho de 2008
at 14:52
and is filed under
Poesia
. You can follow any responses to this entry through the
comments feed
.