A placidez da criatura sem pedigree
À espera do dono proletário
Para que correr, fugir, escapar?
Não há coleira
A liberdade de ir
A fidelidade ao ficar
Parusia inquebrantável
Sebastianismo inabalável
O cão de guarda da comunidade abraâmica
O cão-gambá
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on segunda-feira, 7 de julho de 2008
at 05:52
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Poesia
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