DJ Claudinho e seu laptopO Sarau Radical da última sexta-feira (14) registra um dos momentos históricos da soberba trajetória dos Radicais Livres S.A., com o lançamento do DJ Claudinho, cujo refinamento musical foi elemento dos mais diversos elogios. DJ Claudinho, inspirado como nunca se viu – isso porque nunca o viram DJ mesmo – executou apenas “lançamentos” no show “Atualidades Musicais”. Lançamento das décadas de 60, 70, 80 e 90. E durante cada intervalo entre uma atração e outra, ninguém ficou parado e o som rolava solto com hits de Sidney Magal – “Quero vê-la sorrir, quero vê-la cantar, quero ver o seu corpo dançar sem parar” - e Elvis Presley – “a década de 50 não foi esquecida”.
Júlio César, o faraó
Sob o comando de Júlio César (o sub-capetinha) o Sarau Radical começou com um show há muito esperado, com os dos renomados artistas do país, – e muito humilde – Maurício Sena, com uma apresentação sublime, maravilhosa e espetacular, o que foi possível após um longo período de exaustivos ensaios e porque portava um violão profissional Di Giorgio classic guitar, nylon, braço afinado, captação ativa, modelo clássico 38E, série especial, cor de madeira, com uma sonoridade e suavidade espantosamente incríveis, pertencente a Bia Di Farias 100% Marjorie Estiano, que cedeu o violão com todo o amor, carinho e cobrando 10 reais a hora, para o seu tius tius Maurício, o qual não fez comentário algum sobre a qualidade do instrumento à Priscilla.*
Evento teve participação super mega especial de Mauricio Sena, O Humilde, que arrebentou com sua visceralidade (licença textual) musical, e não tem nada a ver com o fato de ele mesmo estar escrevendo o texto
Logo após a apresentação impecável de Maurício Sena, O Humilde, o palhaço Eduardo fez uma bela apresentação de malabarismos com tochas incandescentes, que prendeu a atenção do público radical, principalmente quando o fogo atingiu os seus dreds.
Como poderia deixar de ser, a noite contou com uma seqüência de poesias, recitadas pelas antigas revelações do sarau, as quais recitaram os mesmos poemas das antigas, como Priscilla (a que não disse nada a Bia sobre o violão), Bia (a do violão profissional), Mardônio, Karla e Devana Babu.
Como o SarauRadical é o evento da diversidade das manifestações artísticas, a atração seguinte foi Luiz Gustavo, demonstrando muita habilidade no sambateado: mistura de samba, sapateado, forro, funk, música clássica, jazz, blues, soul, bolero, tango, hip hop e etc., durante cinco minutos.
Sem perder o ritmo, nosso apresentador, o sub-capetinha, trouxe para o palco o Teatro Radicais Livres – CVP, com a peça A Cirurgia Completa, interpretada pelos atores radicais Dayse, Elisson, John Pier e Biatriz. Pena que ninguém ouviu, pois esqueceram de ligar o áudio dos meninos.
Em seguida, o público radical parou para assistir a Banda Barbarela, vinda direto da Ceilândia, com uma pegada funk/soul contagiante, e é claro, um armamento pesado que não deixou ninguém parado, por medo.
Outra apresentação de peso foi a da banda Metade S2, que estava com metade da Metade S2, das entranhas de São Sebastião, que tocou grandes sucessos populares.
Outro destaque do Sarau Radical foi o excepcional, fabuloso, incrível editorial do Radical News, que teve a ousadia de revelar que o Rei Daguma e o Imperador Júlio César, estão nus e desmascarados pela força do quarto poder e pela pena de S. Madrigal, que corajosamente enfrentou o maquiavelismo reinante de Paulo Corleone e César Hagen. Sem recorrer a silogismos ou analogias baratas.
A karla estava lindona; A Sueli estava estilosa; O Diogo estava “de cara”; o Humberto andou de patinete; o Zeca não recitou “meu pai se chamava caco”; o Suricate ajudou na decoração; a Daniela não falou com ninguém; o Isaac não foi; o Borba não tomou banho e quase morreu atropelado (pelo palco); o Gil não foi; os curtas da CúCão filmes não foram exibidos; a animação do Luiz Próton não foi exibida; os meninos não conseguiram fazer o projetor prestar; o Daniel pela primeira vez chegou atrasado e saiu antes do fim; o Juninho da lan não foi; o Chiquinho ficou “de cara”; o Júlio César roubou a roupa de Ali Babá, na frente dos quarenta ladrões, e saiu correndo para apresentar o sarau. já chegou lá vestido! Ops! A roupa era de Faraó; o Administrador jogou sinuca de novo; o Mão-de-Aço levou a esposa; o Dep. Rogério passou por lá; a Naná brigou com todo mundo no fim do Sarau; o Saulo Dias levou a Primeira Dama; o Júlio cantou “o mala gay” para o Miguel; Miguel quase matou o Júlio; a Priscilla começou a namorar o Jardel, (leia-se Jiraia); o Jardel (leia-se Jiraia) recebeu 5.658,73 ameaças de morte de alguns Radicais Livres por conta do namoro com priscilla; Ele também fez e expôs seus desenhos e fez outros, junto com Luiz Próton e os outros desenhistas. a decoração foi feita com os quadros do José Eugênio que ele não queria aí deu pra gente. só que a gente vai devolver.
E como o público pediu e ele não fez cerimônia, a noite radical terminou com a revelação da noite DJ Claudinho, que caiu na festa com ritmos de boate de mais um Sarau Radical.
