Flores no Cume  

Postado por d.b em


Plantei sementes de flores
No cume daquele morro;

Flores no cume nascem,
Flores no cume brotam.

"bai" Júlio César Cavalcante, que não sabe que essa poesia está sendo publicada. Se você o conhece, é amigo dele ou apenas um isqueirinho, por favor, não conte para ele.
Essa poesia foi concebida pela mente desocupada de seu autor ontem, por volta das 3h30 da tarde, detrás da parada de ônibus da Esquina 14 (o da Vila Nova, não do Bosque, ou o do Bosque ainda é na Vila Nova? Essa cidade é tão confusa), tendo como testemunhas Diego Suricate e Devana Babu, enquanto tentavam parodiar poesias de um certo autor famoso.

This entry was posted on domingo, 1 de fevereiro de 2009 at 07:42 and is filed under . You can follow any responses to this entry through the comments feed .

4 comentários

Como diria paulo dagomé..."trocadilho é a pior forma de arte" Tudo bem...alguns trocadilhos são até aceitáveis...mas trocadilhos gays assim....pelo amor de deus!!!
kkkkkk...

1 de fevereiro de 2009 às 08:06

mas como a prática nos mostra, invariavelmente a obra reflete de alguma forma a vida do autor, portanto...

1 de fevereiro de 2009 às 09:22

é o trocadilho foi safado, mas sempre há um fundo de verdade nestas subjetividades poéticas...
seria UMA HEMORRÓIDA REPRIMIDA...,
ou qm sabe apenas um ranguinho apimentado ou aquele salgado de rodoviária q o afligiram...

as flores de plástico não morrem...
Vini

2 de fevereiro de 2009 às 05:10

Ou - como diria o Bardo - não!

2 de fevereiro de 2009 às 13:18

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