Foto meramente ilustrativa. Nenhum baterista de dread
se intoxicou durante a realização desse ensaio. O único
ferido foi o livro do Paulo Coelho. Péssimo fotógrafo: d.b.
Modelo que entrou no personagem: Chiquinho Batera;
por devana babu*
Antes de me chamarem de maconheiro ou de apologista, leiam esse artigo. Analisando a história da humanidade, percebemos que as pessoas são facilmente influenciáveis pelo estado e pela mídia. Mas nem sempre de forma direta. Antes de me chamarem de fascista leiam esse artigo. Às vezes, a melhor forma de influenciar as pessoas a fazer aquilo que queremos é dizê-las para não fazer. Será que eu preciso citar exemplos?

Como diz o velho provérbio de pagodeiros, “proiiibiduuu é maix goxtosuuu”. Mas porque é “maix gostosuuu”? Por muitos motivos.

Por orgulho, por exemplo. “Menino, vai arrumar a cama e desliga a TV!”. “Mas esse episódio é importantíssimo e mostra a origem da Ororo. Quando terminar eu arr--”. “pssst (onomatopéia simbolizando a TV abruptamente desligada)”. MP (de moleque preguiçoso) sente o orgulho ferido por não ter autonomia pra negociar com a MD (de mãe-dona). Resultado: ele fecha a porta do quarto discretamente e assiste o episódio até o fim, e só depois arruma a cama. Ele fez, clandestinamente, o que desejava. Se a mãe tivesse dado um voto de confiança a ele... Bem, ele teria feito a mesma coisa. Mas não teria mudado pro SBT e emendado com Pica-Pau, e também teria arrumado o quarto direito, feliz e satisfeito. Mas como seu orgulho foi ferido, ele fez clandestinamente o contrário do que a mãe mandou.

Outro fator é a aventura. EP (de Eduardo Penetra) é um roqueiro e não perde um show do Sorriso Maroto. Um belo dia, é realizado aqui o conexão. Ele nem gosta de funk, mas tinham umas funkeirinhas dando mole. Se ele tivesse ingressos pro evento ele nem daria muita bola. Mas pular o muro do workstage do evento... É algo que desperta seus instintos penetrantes. Mesmo não estando muito afim do evento, EP engambela a segurança só por aventura. Porque é divertido. Então ele transgride a lei, de pagar pra entrar, ou seja, contraria a ordem, o status quo, o consenso.
Agora o mais popular dos fatores é o pagodeiríssimo e já citado “proibiduuu é maix goxtosuuu”. Ou seja: P (de Pagodeirinha) quer encontrar AS (de Acéfalo Sarado) no show de funk. Mas CP (de Chefe Patriarcal) é rígido e moralista demais, e não permite que sua filha vá a um lugar tão desafiador para sua moral arcaica e ultrapassada. Então P foge de casa à noite, vai pro Punkadão, (perdoem-me, punks), encontra com AS, rebola até ao chão e, de manhã, ao voltar pra casa, terá dado sua incrível contribuição para a perpetuação da espécie. Num futuro muito próximo, P, manicure, e AS, vendedor de DVD pirata, colocarão sua filha pra dançar o créu no seu barraquinho, e enquanto as crianças do lago sul aprendem a andar com os kits da Little People, a filhinha deles aprenderá a andar ao som de MC Catra. Então F2 (a filha deles, que pertence à geração F2) crescerá odiando tudo isso e revoltada com tudo, e se tornará uma linda roqueirinha, ainda assim movida pelo mesmo espírito que a gerou, o espírito da contrariedade, da contestação.
Há ainda o heroísmo. D2 (de Marcelo D2) não pode fumar maconha porque é proibido, então ele enche o bolso dos traficantes para poder contestar o poder do estado e da sociedade moralista.
Agora sim podemos chegar ao ponto que nos interessa. Eu, DB (de devana babu, não de Demente Boboca), estava outro dia conversando com o Júlio César DC (de Diretor de Cultura, e não de depois de cristo), e ele me falava uma teoria complexa sobre como estimular as crianças a lerem e procurarem informação. Bem, creio que tive uma idéia melhor: vamos trancafiar os livros, escondê-los, mocá-los, fazer campanhas institucionais contra a leitura, vamos cobrar caro nas bibliotecas públicas, enfim, fazer de tudo pra que o acesso aos livros se torne uma coisa heróica, aventuresca, orgulhosa, proibida e gostosa!
Vamos lançar uma campanha na TV: “olá garotinho! Se alguém te oferecer um livro, diga NÂO!”. Ou então: “Troque seus livros velhos por playstation 3!”. Vamos estampar camisetas: “todos contra a leitura”. Vamos colocar os intelectuais pra dar entrevistas: “bem, tendo em mãos análise do comportamento social desde a invenção da imprensa, notamos um agravo preocupante do efeito nocivo dos livros no subconsciente coletivo”.
Se massificarmos essa idéia, tenho certeza que, a médio e longo prazo, teremos pessoas que se matarão por livros, traficarão livros, enriquecerão com livros, entupirão a favela com livros, levarão livros para a classe média, que dissimulará e fingirá que não lê, viciarão em livros, encherão os mendigos de livros, ROUBARÃO LIVROS! Enfim, farão tudo que a campanha institucional não deu conta.
A todos que me tomarem por lunático ou exagerado, eu refuto: mas isso não deu certo com a maconha?
*Devana Babu é o co-editor que faz piadinhas
infames no artigo dos outros nesse blog.
Ele não sabe ler, mas sabe escrever, e talvez
por isso faça comentário nada a ver. talvez
por isso ele tenha feito este artigo.
d.b.; o próprio.

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25 comentários

A foto ficou hilária!!!

21 de setembro de 2009 às 19:07

como sempre genial cara!
confirmo em goianêz
as coisa feita no mocô
é deverrdade muito mió!

22 de setembro de 2009 às 06:48

E si essa foto, infiá argun discunfiamento ni nois,
aí vai fica mió ainda!

22 de setembro de 2009 às 06:55

em tempo; (antes que argun Dagomé
se manifeste), o verbo infiá aqui tem o sintido de dispertar de incutir,ententem??

22 de setembro de 2009 às 07:02

foto meramente ilustrativa foi bom...

22 de setembro de 2009 às 09:18

todos esse palavrório usado pelo edvair só me trouxe à mente a palavra fiofó.
Há tempos que alguns radicais planejam um contraterrorismo que obrigasse funkeiros, pagodeiros e forrozeiros a jogar xadrez e ouvir música classíca no aquario bar sob a mira de metralhadoras. Até quando a sociedade vai admitir a presença desses radicais livres em seu seio com essas id´[eias estapafúrdias?

22 de setembro de 2009 às 09:18

Se eu fosse pai de Devana Babu, pediria demissão do cargo por absoluta falta de condições de gerenciar tal mente. Considerando que sou tio, submeto, neste momenteo solete, à Diretoria me pedido de demissão da condição de Tio de Devana. Não quero associar minha biografia de burguês, de mauricinho, de reacionario, de gramático, de parnasiano, de reacionário com a vida de uma figura que apóia FHC. Irmão Paulo, Irmão Fábio, Irmão Petrônio, Irmão Maurício(inho), unamo-nos contra essa anomalia familiar. esse Demente Boboca (um pleonasmo, é evidiente). De todos os pecados cometidos por DB, o mais execrável, o mais inaceitável, aquele que o levaria com facilidade à excomunhão, é justamente o desrespeito às inofensivas vírgulas. Perdoo tudo, menos o mau-trato com os fracos e oprimidos. A bênção! Deus lhe abençoe.

23 de setembro de 2009 às 04:15

Se eu fosse pai de Devana Babu, pediria demissão do cargo por absoluta falta de condições de gerenciar tal mente. Considerando que sou tio, submeto, neste momenteo solete, à Diretoria me pedido de demissão da condição de Tio de Devana. Não quero associar minha biografia de burguês, de mauricinho, de reacionario, de gramático, de parnasiano, de reacionário com a vida de uma figura que apóia FHC. Irmão Paulo, Irmão Fábio, Irmão Petrônio, Irmão Maurício(inho), unamo-nos contra essa anomalia familiar. esse Demente Boboca (um pleonasmo, é evidiente). De todos os pecados cometidos por DB, o mais execrável, o mais inaceitável, aquele que o levaria com facilidade à excomunhão, é justamente o desrespeito às inofensivas vírgulas. Perdoo tudo, menos o mau-trato com os fracos e oprimidos. A bênção! Deus lhe abençoe.

23 de setembro de 2009 às 04:15

veja só tio eu não sei porque você implica tanto com as minhas vírgulas porque por mais que eu leia e releia eu não consigo identificar os tão hediondos crimes que o senhor diagnostica como se fosse uma arte plástica grotesca ou uma melodia desafinada ou seja uma coisa caótica e horrorosa entende? será que faltam vírgulas no texto? ou, será, que, tem, v,´,i,r,g,u,l,a,s, demais?ou será que por outro lado elas estão no lugar errado? ou ocupando o lugar de um ponto final,

toma: ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,
satisfeito?

23 de setembro de 2009 às 19:17
Anonymous  

Devana, Devana...
Já imaginei a cena:
- Soldado, sentido! - diz o sargento.
- Toma!... - retruca o terrível infante, desferindo uma rajada verborrágica de trocadinhos infames, forjando, mutatis mutandis, um libelo de impropérios contraculturais antiautoritários contra o pobre milico, fazendo Gregório de Matos corar no inferno...
Claudinho, pior do que as vírgulas, são as iniciais. Reparou que o neófito escriba aboliu as maiúsculas no início de cada frase? Bem, das duas uma: ou estamos diante de um porta-voz de um zeitgeist ou é mesmo preguiça de teclar o Caps Lock...
Daniel

24 de setembro de 2009 às 06:20

vou ser franco e direto:

odeio maiúsculas, acho-as arrogantes e primitivas. elas constituem um atraso gigantesco no avanço da civilização e da filosofia. a linguagem do futuro não mais as admitirá. preparem-se para o futuro...

24 de setembro de 2009 às 08:44

Meu amado sobrinho,
Sim, somos conservadores (eu e Daniel). Nietzsche (O Bigodudo) teve a audácia de negar toda a tradição filosófica (exceto, em parte, Schopenhauer e heráclito), e é hoje o mais lido e popular dos pensadores. Você verá por ai muitos nietzscheanos, mas muito raratiment verá um heideggeriano. De modo que, no futuro, serei lembrado como O Tio Reacionário do Grande Devana Babu. Ficarei zangado, mas sempre serei Tio do DB, e hei de privar (se a mim me permitires) de sua "intimidade". E mais: vou constar da sua biografia. Lá no capítulo 17 da biografia autorizada de Devana Babu, teremos: "Os Arredores de uma vírgula: ou Vão se danar, Daniel e Tio Cláudio!". Afora isso, amado sobrinho, quero compor a CDD (Confraria dos Devotos de Devana), lá onde se reúnem danieis e tioscláudios, aqueles que reconhecem em você: uma das mais raras inteligências da moderna juventude, capaz de raciocínios para os quais seriam necessários anos e anos de exercícios de abstração. Sim, DB, é inegável a sua genialidade, que resulta (deixa eu ficar um pouco feliz) de uma feliz confluência genética da qual participo (logo...). Seu pai vai querer todo o crédito para si, mas ele sabe que foi diminuta (microscópica) a participação dele (o que é um mísero esperma?). Mas ser um gênio não o impossibitou/impossibilita de ter misericórida das inofensivas vírgulas. E fique sabendo que não estou satisfeito:

toma: ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

No mais, vá lendo os antigos e-mails do Daniel. O homem é desses escribas elegantes, desses que vivem de estéticas textuais, desses que gostam de textos com algum cosmético.

No mais, prepare um artigo sobre metafísica, que eu vou publicar em 1 semana.

No mais, a bênção do seu Tio.

24 de setembro de 2009 às 09:37

conta que existem alguns ursos no zoológico de goiania. ainda ontem devana sumiu de casa às 6 e meia da manhã e retornou lá pela meia noite. dizem que o diretor do zoo está com problemas pois os ursos não conseguem hibernar. devana foi até lá. ministrou aos ursos. quando DB saiu de lá por volta das 9 da noite os ursos dormiam como anjos...

24 de setembro de 2009 às 10:15

É está na genetica afinal o doador de um dos pares de genes para gerar essa sagrada nascente do inconformismo apagou o fogo do inferno com saliva e converteu o tinhoso

24 de setembro de 2009 às 12:05
Anonymous  

[Leitura recomendável para aqueles que têm fôlego de Usain Bolt]
E os ursos, ao acordarem da "longa noite", ao perceberem que DB não estava mais entre eles, verteram uma tênue e cáustica lágrima, que, tocando o solo da gruta artificial do Zoo, fecundou uma semente de mostarda - símbolo do cristianismo primitivo, a qual, seguindo o ciclo natural, nasceu, cresceu e, mesmo resistindo a todas as intempéries e sorte de ataques de formigas, morreu, como todo ser vivo finito e mortal, menos DB e sua impagável vida de peripécias mil e imbusbebável obra multicolor, cujo legado ficará indelevelmente marcado no subconsciente coletivo da sociedade capitalista pós-moderna e ocidental...
Daniel

24 de setembro de 2009 às 12:12

não vou mais usar vírgula nos textos. vou usar e abusar dos pontos. vou aprender a virgular direito. só volto a usá-las quando aprender. o senhor me ensina? daniel san? tio cláudio?

p.s.: eu li meu texto pros ursos e eles dormiram...

24 de setembro de 2009 às 16:18

Concordo em partes, o meu lado bom concorda com vc, já o meu lado mau não. Vou colocar os dois pra falar:
Seria melhor pra São Sebastião no quesito cultura, conhecimento.
Lado mau: prefiro monopolizar os livros e o conhecimento, me sinto superior (brincadeira, ou não).
E tipo: quando roubarem os livros a polícia vai prendê-los? então eles continuaraão a escrever errado pra puliça não pegá-los...Se bem que vão haver máfias, a discusão de idéias melhores no escondidinho...É, ia ser divertido, mas eu não queria ver minha coleção trancafiada...hehehe

24 de setembro de 2009 às 16:44

Sobrinho amado,
Diz-se que o maior virgulador de todos os tempos foi Humberto de Campos - autor que você talvez (talvez) não conheça. Depois dele (embora em séculos antes), Padre Vieira. Fernando Pessoa era melhor nas reticências. Machado de Assis apreciava pontos finais, já que era gago e tinha frases curtas. Quando era músico (clarinetista), as partituras vinham com vírgulas na parte superior do pentagrama, que era uma indicação de que era preciso respirar (inclusive quem toca violino). Recentimente uma campanha da ABI chamou a atenção para a vírgula:

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo!

Dir-me-ás: Tio, você não acha que está levando longe demais essa novela em torno de uma miserável vírgula? Acho. E creio que temos que evoluir. Sugiro que falemos de algo mais interessante: preciso de um artigo com sua opinião sobre a metafísica. Que tal?

Melhora ainda: faça um texto falando mal da vírgula e de toda e qualquer conveção social. Detone com todo o sistema. Só não defenda a maconha, que ai já é demais.

Beijos do seu tio que muito te ama e estima e venera e admira e idolatra e virgula.

24 de setembro de 2009 às 17:32

Onde se lê, recentimente; leia-se: recentemente.

24 de setembro de 2009 às 17:34

sim, titio, vou escrever seu artigo. aliás, acho que já o escrevi. hoje de manhã estava na biblioteca estudando e me veio uma inspiração qualquer. peguei meu caderninho de exercícios e comecei a rabiscar. geralmente, quando estou estudando, me vêm um monte de coisa na cabeça e eu começo a rabiscar. então percebi que os hieróglifos ali rabiscados tinham algo a ver com o tema proposto. como eu sei que eu não sei nada sobre metáfisica alémdo que obviamente eu já sei, resolvi pesquisar um pouco, pra não constranger otão respeitavel e bem virgulado jornal de meu tio. então fui na estante de filosofia (que era a última estante) e comecei a pesquisar um pouco. depois li um pouco sobre kant e hume e tal (note as letras minúsculas, que não diminuem a grandeza dos caras). então, é isso, em algum tempo o senhor terá em mãos ( ou em-mails) mais um texto meu. mas, por precalção, vou botar todas as vírgulas no final do texto, e o senhor as distribui do jeito que preferir.

então, é isso.

25 de setembro de 2009 às 08:57
Anonymous  

Proíbam as maiúsculas! Legalizem as minúsculas!
Dan

25 de setembro de 2009 às 10:00
Anonymous  

Devana, o "precalção" seria a folha de Adão? A tira de pano do Tarzan? Ou a tanga do Gabeira?

25 de setembro de 2009 às 10:14

E eu, feito um besta, achando que devana estava indo pra biblioteca estudar pro vestibular e o filho de puta com cachorro ( como diria fabinho, meu irmão) devaneando sobre metafísica. Eu vou meter é...

25 de setembro de 2009 às 11:36

Essa e uma das vantagens da literatura, permite que sujeitos reconhecidamente idiotas como eu, me infiltre no amago da sociedade de tao ilustres figuras, que aliás já descobriram a cura da AIDS E DA GRIPE SUINA, e só nao divulgaram o fato, para nao interroper o andamento desse bem sucedido metodo de despopulacionar a terra.

25 de setembro de 2009 às 13:05
Priscilla  

peguei devana no flagra........ele diz que vai estudar e fica fazendo outra coisa.........hehehehe

15 de outubro de 2009 às 14:55

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