A Conquista da Mulher  

Postado por d.b em

Mulher, uma palavra tão forte que pode causar um impacto, ao ser pronunciada com toda uma profunda clareza. Mas a mulher não se representa com palavras. Mulher é sinal de ação e amor.
Entretanto, quando nos homenageamos, com certeza achamos isso óbvio (nos sentimos, claro!). É o que deveria ocorrer sempre. Porém a mulher não começou a ser observada com um carinho especial tão de repente. Ela lutou para ser inesquecível na história de nossa sociedade.
Antigamente as mulheres viviam totalmente submissas ao homem. Elas eram consideradas com um ponto de vista material, objetos sexuais para eles. Não podiam amar e, principalmente, não tinham liberdade nenhuma. (...)
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Mas mulheres não são apenas símbolos amorosos e materiais. Elas guerreiam, comandam exércitos e lutam em busca de seus interesses. Vejam os exemplos de Joana D'arc e Olga Benário, que são duas lendas vivas da história (na verdade, já estão mortas há um bom tempo, mas isso não importa).
Mulheres que conquistaram seu primeiro voto, sua primeira calça, tiveram seu primeiro emprego, seu primeiro divórcio sem constrangimentos, a primeira chance para a felicidade e a liberdade, que saíram de casa e foram estudar, que deixam seus filhos dormindo, vão trabalhar, chegam do trabalho, vão passar e lavar roupa, fazer comida, ensinam a lição de casa aos filhos, se envaidecem e vão dormir. Enfim são todas mulheres, sinônimos de liberdade e desimpedimento. Mulheres que não precisavam ter sofrido para parecerem guerreiras, mas que nunca perderam a esperança.
Musas, belas, guerreiras, doces, carinhosas, encantadoras, irresistíveis, conquistadoras, leais, fiéis, vingativas, perigosas, inspiradoras, faladeiras, inquietas, pacientes, mundiais ou brasileiras, finalizando numa só palavra: mulher.

Denise Santos é estudante e tem 14 anos.

"De Salto Alto", junho de 2007, p. 4.

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