Durante horas infindáveis
O silêncio incômodo da madrugada
Traz-me à mente lembranças de dias felizes
Não sei mais onde procurar o sono perdido
Ontem a morte veio me espreitar pela janela
Ela sorriu para mim
A única coisa que pude fazer foi retribuir o sorriso
O medo põe empecilhos no caminho dos homens
E nos faz temer aquilo que deveríamos conquistar
Dentro de idéias embaralhadas com pensamentos ditos “pecaminosos”
Vejo brotar minha liberdade
Não uma liberdade vigiada
Nem uma falsa liberdade
Vejo uma liberdade de pensamento
Que me leva a algo mais corpóreo
Uma mente livre faz um corpo livre
As horas infindáveis agora são segundos
E o silêncio não incomoda mais como outrora
Pois a lacuna vazia que me tirava o sono foi preenchida
E hoje me vejo liberto de dogmas seculares
Com um sorriso no rosto e estranhos me apontando na rua
Mas sou livre e isso ninguém pode me roubar
Diogo Ramalho
O silêncio incômodo da madrugada
Traz-me à mente lembranças de dias felizes
Não sei mais onde procurar o sono perdido
Ontem a morte veio me espreitar pela janela
Ela sorriu para mim
A única coisa que pude fazer foi retribuir o sorriso
O medo põe empecilhos no caminho dos homens
E nos faz temer aquilo que deveríamos conquistar
Dentro de idéias embaralhadas com pensamentos ditos “pecaminosos”
Vejo brotar minha liberdade
Não uma liberdade vigiada
Nem uma falsa liberdade
Vejo uma liberdade de pensamento
Que me leva a algo mais corpóreo
Uma mente livre faz um corpo livre
As horas infindáveis agora são segundos
E o silêncio não incomoda mais como outrora
Pois a lacuna vazia que me tirava o sono foi preenchida
E hoje me vejo liberto de dogmas seculares
Com um sorriso no rosto e estranhos me apontando na rua
Mas sou livre e isso ninguém pode me roubar
Diogo Ramalho
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on quinta-feira, 23 de outubro de 2008
at 09:22
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Poesia
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