Quando foi a última vez que tu encarastes tua alma no espelho?
Quando foi que disparastes um revólver sem balas?
Quando tu ouvistes a voz de Deus?
A realidade é algo falho
Acreditamos em coisas que morreram antes dos pais de nossos pais
Vivemos várias vidas e não conseguimos viver todas de uma vez
O que tu acreditas,
O que tu aprendestes,
É tudo falso!
Nossa verdadeira história não está escrita
Nosso destino quem faz somos nós mesmos
Estamos presos a dogmas secularesPensamos ter quebrado parte dos grilhões que prendem nossos pés
Continuamos mentalmente presos.
Toda realidade é falsa,
Tudo mentira!
Tu és uma mentira
Todos a tua volta são fantoches de uma mentira maior
Todos usamos máscaras
Eu sou uma mentira assim como esse poema
Enfim, mentira vendida como verdade,
Mas ainda sim mentira.
Diogo Ramalho
Quando foi que disparastes um revólver sem balas?
Quando tu ouvistes a voz de Deus?
A realidade é algo falho
Acreditamos em coisas que morreram antes dos pais de nossos pais
Vivemos várias vidas e não conseguimos viver todas de uma vez
O que tu acreditas,
O que tu aprendestes,
É tudo falso!
Nossa verdadeira história não está escrita
Nosso destino quem faz somos nós mesmos
Estamos presos a dogmas secularesPensamos ter quebrado parte dos grilhões que prendem nossos pés
Continuamos mentalmente presos.
Toda realidade é falsa,
Tudo mentira!
Tu és uma mentira
Todos a tua volta são fantoches de uma mentira maior
Todos usamos máscaras
Eu sou uma mentira assim como esse poema
Enfim, mentira vendida como verdade,
Mas ainda sim mentira.
Diogo Ramalho
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on terça-feira, 28 de outubro de 2008
at 10:52
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Poesia
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