Algo fervilha na mente
Não sei bem o que é...
Se soubesse talvez fosse mais fácil resolver.
Ando sentindo polissemia em todos ao meu redor,
Cada palavra é uma interrogação que brota em meu ser incrédulo.
Oh, que não me agüento mais de tantas coisas a corroerem minha razão
Não sei bem o que é...
Se soubesse talvez fosse mais fácil resolver.
Ando sentindo polissemia em todos ao meu redor,
Cada palavra é uma interrogação que brota em meu ser incrédulo.
Oh, que não me agüento mais de tantas coisas a corroerem minha razão
no momento em que mais preciso dela.
Como se fosse uma provação, um teste,
Odeio todos os tipos de provações,
Como se fosse uma provação, um teste,
Odeio todos os tipos de provações,
Talvez seja por isso que é tão difícil para eu pensar com clareza.
Mas aquele velho anjo de asas
Mas aquele velho anjo de asas
que outrora eram brancas e hoje são de um branco encardido
chegou-se junto a mim e me fez revelações
que um dia eu jurava ser mentiras ou meias verdades.
Vejo meus companheiros se aliando aos meus inimigos e pedindo minha cabeça.
A cada passo, um novo ser que me ataca,
Vejo meus companheiros se aliando aos meus inimigos e pedindo minha cabeça.
A cada passo, um novo ser que me ataca,
a cada esquina um novo amor que se converte em ódio.
Meus sentimentos andam voltando à calmaria,
Se aquietando e acostumando com as peripécias do amor.
E eu que me julgava incapaz de amar de novo me vejo apaixonado.
Vai entender essa porra!
Diogo Ramalho
Meus sentimentos andam voltando à calmaria,
Se aquietando e acostumando com as peripécias do amor.
E eu que me julgava incapaz de amar de novo me vejo apaixonado.
Vai entender essa porra!
Diogo Ramalho
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on segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
at 23:00
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Poesia
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