bem, caros leitores, estamos presenciando um marco no nosso blog, um marco vagabundo, sem pompa ou RG, mas ainda assim um marco. a partir dessa semana, teremos nossos caros correligionários Radicais assinando colunas semanais, eu disse SEMANAIS, aqui nesse blog, compondo assim a nossa chamada Espinha Dorsal. Aqui estamos nós com a primeira edição da coluna do Diogo Ramalho, chamada Puxando ou Cortando. Diogo Ramalho é um radical livre e faz o que quer, o que quer dizer que a opinião dele não reflete necessariamente a opinião dos demais, e algo me diz que os demais radicais, que também fazem o que querem, emitirão outras opiniões acerca das opiniões deste rapaz. logo abaixo desta postagem, temos a coluna do Vinícius Borba, que, como ele mesmo deixou bem explícito, deveria ter sido publicada na terça mas foi publicada na quarta (ou na quinta?). isso mostra o nível de compromisso. Mas calma: eu já comprei uma palmatória filé para poder aplicar algumas técnicas pedagógicas nesses caras. logo acima, vocês verão links que levarão às respectivas colunas de todos os caras, e do lado, o menu "Lar", que é o nosso "Home".
por hora deve ser isso. com vocês devem saber, tudo vai funcionar de uma forma esquisita até a gente pegar as manhas, mas vocês são pacientes e compreensivos.
até a próxima.
divirtam-se, e leiam com moderação.
d.b., co-editor pentelho que estará sempre fazendo interferencias inoportunas.
numero IHoje podemos dizer que evoluímos bastante, mas com o decorrer da caminhada muitos se perderam pelo caminho, uns caminham um pouco mais devagar e outros estão sempre na frente segurando a corda que conduz muitos radicais. Não sei em que parte dessa fila estou. Há algum tempo que venho me adequando a um processo de auto-exclusão. Desavença? Não! Ressentimento? Também não! Simplesmente entrei em um processo de autoconhecimento, investindo minha dedicação a um conto que, acredito eu, será o começo de algo maior.
Há uma lógica muito simples para minha pessoa: se eu cresço como artista, o grupo também irá crescer, e se o grupo cresce todos nós crescemos. Todos são peças importantes nessa movimentação cultural.
Certezas? Já tive. Agora o que vejo é uma renovação dolorosa, que provavelmente será um divisor de águas para todos nós. Ressuscitemos os artistas, nosso teatro, e nos lembremos que somos um grupo cultural e não um partido político. Não creio na democracia em nosso país, muito menos em partidos, então deixemos de lado nossas idéias vermelhas e nossas idéias bicolores.
Vamos seguir em frente, do jeito que tem de ser, soltemos ou puxemos, e assim veremos o que acontece, nada de cobranças excessivas ou de exclusão, os de lá e os de cá, nem melhor, nem pior. Paremos de lutar contra moinhos de vento e vamos nos unir.