Um até breve...  

Postado por d.b em



Ele depois de deixar Bianka em casa caminhou em direção ao porto chutando pedras pelo caminho, olhava para os lados como quem esperava algo, ele havia sentido um sentimento novo, seu dia havia sido um bocado agitado. Passou por pescadores e por meninos que transitavam perto do rio, escolheu um lugar calmo no cais e sentou mergulhando seus pés na água; olhando para o horizonte, seus olhos observavam as nuvens como se lá estivesse escrito seu futuro, mesmo sabendo que muita coisa boa havia acontecido, algo de ruim estava por vir e ele sabia que precisava ser forte e que talvez o capitão seria uma peça importante para que ele conseguisse vencer o presságio, e o que ele havia deixado para trás. O sol aos poucos sumiu no horizonte e as sombras tomavam conta da ilha do Igoronhon, amanhã seria um novo dia.

(Trecho final do "Livro Um" da novela "História de Portos e Órfãs", de Diogo Ramalho. Visite "O Piagui" para acessar a obra: http://www.opiagui.com.br/ )

E com o caminhar de meu personagem peço desculpas e abandono minha coluna.

Valeu pela oportunidade, Devana!

This entry was posted on quinta-feira, 6 de agosto de 2009 at 15:15 and is filed under . You can follow any responses to this entry through the comments feed .

5 comentários

o minimo que vc deve aos seus leitores e editores e companheiros é uma explicação...

6 de agosto de 2009 às 16:24

porque?

6 de agosto de 2009 às 16:41
Anonymous  

E é bom que seja muito bem fundamentada essa explicação, Diogo; do contrário, ou você volta a escrever ou a gente mesmo escreve e diz que é de sua autoria. E ai a porca torce o rabo. Explica-te, Ramalho!
Krhaudynho, de Salvador

7 de agosto de 2009 às 03:25

que p é essa? esse bicho tá doido?
alguém tem que fazer alguma coisa...

7 de agosto de 2009 às 16:34

que p é essa? esse bicho tá doido?
alguém tem que fazer alguma coisa...

7 de agosto de 2009 às 16:34

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