Na aurora clara
Vi-me despertada
Não por fora
Mas internamente,
Porém havia uma ausência
Forte ausência que tivera por ti
E tive que ter muita paciência
A qual eu não contribuí.
Logo saiu aquele sol augusto
O qual eu nem venerava,
Pois via todos os dias aquele belo culto,
Sabia que todos o desejavam.
Esse astro rei,
Incendiava-me por dentro;
Toda essa dor que eu criei,
Era uma coisa de momento.
Todas aquelas emoções e tristezas
Que eu inventava,
Rompia as minhas firmezas,
Mas isso tudo saía do nada.
Difícil mesmo
É explicar o que era,
Eu tinha um medo,
Algo que ninguém espera.
Mas medo?
Medo de quê?
Pois está tão cedo,
Pra eu me perder.
Que coisa esquisita,
Parece até mentira,
Utopia, ideologia.
São confusos sentimentos,
Que algemam meu coração
E que torturam com sofrimentos,
Essa desalmada demissão,
Da alma que me falta,
Ou até mesmo a esperança
De uma triste e passada lembrança.
Denny Santos
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on domingo, 1 de junho de 2008
at 14:28
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Poesia
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